Homepropriedades atuaistendênciasGrandes fortunas escolhem a economia real para diversificar seus investimentos.

Grandes fortunas escolhem a economia real para diversificar seus investimentos.

A busca por rentabilidade cresce promovendo empresas e investindo em imóveis

Ajude uma start-up a crescer, aumente a rentabilidade de um investimento imobiliário ou financie o salto internacional de uma empresa espanhola. Estas são algumas das opções que escolheram nos últimos anos mais de quinhentas famílias ricas espanholas, clientes da Banca March.

A entidade presidida por Juan March de la Lastra geriu mais de 1.200 milhões de euros em produtos de co-investimento na economia real desde o lançamento deste serviço em 2008. O banco pesquisa e realiza ativamente uma análise individual de oportunidades de investimento atrativas com aqueles que seus clientes podem diversificar sua carteira de investimentos com produtos alternativos aos mercados de ações e dívidas.

"Além do mercado de ações e da dívida"

Nos últimos anos, eles escolheram apostas tão variadas como Pepe Jeans, Mecalux, os escritórios do BBVA no Paseo de la Castellana em Madrid, ou o centro comercial ABC Serrano em Madrid. Trata-se de identificar investimentos alternativos para o mercado de ações ou mercados de dívida para obter retornos atraentes.

A fórmula desenhada pela equipa de José Cloquell, director de investimento conjunto do Banca March, assenta na escolha de investimentos atractivos para os seus clientes, nos quais o banco também investe. “Desta forma, temos o compromisso de assumir os mesmos riscos que nossos clientes”, explica.

Porque, sim, esse modelo de investimento não é adequado para todos os públicos. É limitado pelo risco de longo prazo, os investimentos não caem abaixo de cinco anos e a média gira em torno de oito. Mas, acima de tudo, eles têm a desvantagem da iliquidez. Em caso de problemas, não é fácil vender a participação e recuperar nem mesmo parte do investimento. “O perfil do investidor deve ser de alguém capaz de correr o risco de perder todo o investimento caso as coisas dêem errado”, alerta Cloquell.

“Necessita de um investimento mínimo de 250.000 euros”

Até agora, os selecionados foram meio milhar de clientes, muitos deles assíduos do Banca March, todos com ativos consideráveis. O investimento mínimo necessário ronda os 250.000 euros, devendo esse valor ser também, no máximo, 10% dos fundos disponíveis para investir.

Com todos os cuidados pela frente, o resultado da gestão do Banca March está, até o momento, longe dessas perdas. Conforme explicou Cloquell, de 2008 para cá foram alienados 450 milhões de euros com uma rentabilidade que em alguns casos atingiu os 20%.

"Investimento em start-ups"

Os investimentos escolhidos foram muito variados. Em 2008, esta proposta começou com a gestora de venture capital do Banca March Artá ​​Capital. O fundo Deyá Capital foi criado com o objetivo de buscar empresas espanholas de capitalização média inscritas como acionista majoritário. Também apostou ao longo dos anos a investir em start-ups, “mas apenas naquelas que já tinham um produto comprovado no mercado e necessitavam de capital para crescer e obter rentabilidade”, explicou José Cloquell.

Para além do capital de risco em empresas de média capitalização e empresas inovadoras, entre os sectores que mais apostam no Banca March estão o imobiliário, residências estudantis e empresas de fornecimento de energia como a Red de Gas, entre outras.

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